Ramos da cidade
Elétrica, hidráulica, pintura, construção e os sub-ramos que a plataforma define. A empresa só escolhe. Não inventa taxonomia.
Para quem atende a cidade
Agenda, orçamento que vira ordem de serviço, NFS-e, Pix na chave do prestador e conversa com o cliente — sem desvio de dinheiro e sem planilha paralela.
Elétrica, hidráulica, pintura, construção e os sub-ramos que a plataforma define. A empresa só escolhe. Não inventa taxonomia.
O cliente pede. O prestador confirma visita. A mesma ficha segue até o pagamento e a nota.
O dinheiro vai para a chave da empresa. A plataforma não intermedia o recebimento do serviço.
A nota sai depois do pagamento, com o tomador fiscal no momento certo — não no cadastro vazio.
Horário confirmado trava a grade. Exceção e regra convivem; visita marcada não some no WhatsApp.
Plano mensal da plataforma, cota de NFS-e e extra quando passar do limite. Sem surpresa no meio do mês.
O prestador entra com Google ou Apple no app, cadastra a empresa e espera a aprovação. Dono e gerente operam OS, pagamento e nota. Equipe conversa no chat interno.
O cliente busca por ramo, vê catálogo e avaliação, sugere horários e acompanha a visita. Depois de concluído, avalia uma vez.